Porto Próximo | Manobras no Porto

4 10 2011

 





Projecto Passado e Projecto Próximo

4 10 2011

nnnhttp://sigarra.up.pt/flup/noticias_geral.ver_noticia?P_NR=4060

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

http://conferencias.cies.iscte.pt/public/conferences/1/schedConfs/1/program-en_US.pdf

 





into Acconci’s inspiration

22 07 2011

      ”My biggest fear is that architecture is necessarily a kind of totalitarian activity, a kind of prison, in that when you design a space you’re probably designing people’s behavior in that space,” he says. ”So the goal of our work is to make a mix, a mix of possible routes, a mix of alternate routes, alternate channels.”
    Vito Acconci, in New York Times




Ora… Território Transitório.

18 07 2011

Ao pensar em território pensamos quase que de imediato em lugar, espaço físico. Nunca tinha entendido de facto o seu significado e abrangência.

Um estado de experimental total, de adição e necessidade de mutação para a sobrevivência, necessidade de adaptabilidade. Camadas sobre camadas, uma mescla sem grande possibilidade de tradução por palavras. Uma mescla que na realidade dificilmente se traduz em qualquer léxico. Algo de tão dificil, complexo, em suspenso e em constante in e re – definição. Algo que porém nunca chega a definir-se. Um falhanço total, se investirmos todas as forças na necessidade de definição.

Hoje entendo-me e desentendo-me e após um ano ao lidar com este conceito indefinido, questiono-me se eu mesmo não seja também um ‘território transitório’. Um ser transmutado, mesclado e que parece não ter alicerces fortes cravados na terra.

Um ser que não se define e portanto, falhado no que toca à sua definição.





à cerca do Bom Sucesso.

19 05 2011

“Mercado do Bom Sucesso | Informação 

A Ordem dos Arquitectos – Secção Regional do Norte, OASRN, tendo tido conhecimento através dos meios de comunicação social, da proposta seleccionada para a reabilitação do Mercado do Bom Sucesso que preconiza um programa de reconversão de características distintas das que deram origem ao Edifício, manifesta preocupação pela transformação irreversível daquele que constitui um dos mais emblemáticos mercados da cidade.

O Mercado do Bom Sucesso, obra do atelier ARS Arquitectos, de Fortunato Cabral, Morais Soares e Cunha Leão, projectada em 1949 e inaugurada em 1952, foi recentemente classificado como Monumento de Interesse Público, conforme Portaria 250/2011 de 25 de Janeiro do Ministério da Cultura, que fundamenta a classificação do Mercado “no seu valor arquitectónico, enquanto exemplar notável da arquitectura modernista dos anos 50, no seu valor urbanístico e sócio -cultural, enquanto edifício de referência na paisagem urbana da cidade do Porto e na vivência da população, constituindo um espaço privilegiado de encontro de gerações e classes sociais”. 

Atendendo à necessidade de uma intervenção urgente e requalificadora do Mercado do Bom Sucesso, que inverta o actual processo de degradação e perspective a possibilidade de uma reabilitação integral do projecto e usos originais, a OASRN considera que, com o projecto previsto e face às dúvidas que publicamente se levantam, não estão reunidas as condições essenciais que permitam, com ele, prosseguir qualquer estratégia de actuação para a salvaguarda dos critérios da sua classificação.

A OASRN manifesta a total disponibilidade para mediar um debate aberto à participação cívica sobre o futuro do Mercado do Bom Sucesso, na perspectiva de ser ainda possível encontrar uma solução consensual para o mesmo.

José Fernando Gonçalves, Arquitecto
Presidente do Conselho Directivo Regional Norte da Ordem dos Arquitectos”

in http://www.oasrn.org/comunicacao.php?pag=mensageiro&idmen=51&idnot=794

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Admito a preocupação… no entanto tem-se gerado, a meu ver uma preocupação desmedida com o que consideramos hoje património e herança.

Um edifício com a configuração única do Bom Sucesso e o espaço ímpar que gera no seu interior devem ser levados em conta em qualquer ocasião, não apenas quando alguma decisão é tomada.
Pessoalmente, causa-me muito mais incomodo ver património a entrar em decadencia, em desuso ou abandono, do que fazer algo pelo mesmo.

É subversido considerar tornar local de tamanha importância para a cidade num “parque temático”? Talvez… porém levemos em consideração a sociedade em que vivemos. Se são shopping centers que move a sociedade, então que existam shopping centers com a qualidade espacial de um “Bom Sucesso”!
Não podemos continuar a procurar conservar os edificios, conservando igualmente as suas funções e usos. É inadequado e fantasioso continuarmos a viver num mundo onde é preferível “manter” todas as as características iniciais, sem levar em conta a nossa contemporaneidade, que por mais que nos desagrade, é a que temos e aquela que deveremos servir.

"Bom Sucesso não faz sentido como mercado"





a utilidade subvertida em imaginário

17 05 2011





Dedalo #8 disPlace: Está quase, quase!

9 05 2011

Era uma vez uma menina que gostava de escrever, gostava mais de escrever do que de falar. Um dia, um degrau foi subido…








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