into Acconci’s inspiration

22 07 2011

      ”My biggest fear is that architecture is necessarily a kind of totalitarian activity, a kind of prison, in that when you design a space you’re probably designing people’s behavior in that space,” he says. ”So the goal of our work is to make a mix, a mix of possible routes, a mix of alternate routes, alternate channels.”
    Vito Acconci, in New York Times
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a utilidade subvertida em imaginário

17 05 2011





Hipertexto às Portas

6 05 2011

Inês | Irene | Barcelona | Uma deriva de 3 dias, amplificada em determinados pólos, com apoio de 2 mapas de escalas diferentes, umas solas gastas e energia inesgotável. Resta-nos a lembrança de um clima contagiante e ambiente viciante e imagens, que mais que captadas por objectivas, foram registadas de forma intensa na memória sedenta de cultura e de história.





era uma vez um banco

3 03 2011

Era uma vez um banco branco que se prostrava sobre um relvado mal tratado e sob uma árvore centenária. Implantado no centro de uma vida agitada, no interior de uma travessia densa, aí permanecia, testemunho de um passado, sem exercer a sua utilidade máxima. Ontem servia para sentar, hoje para lembrar.

O ‘descontexto’ por vezes é assim… Na origem somos algo, no presente deixamos de o ser. E se era na origem e na génese que seriamos genuinos, então a génese hoje é assim: as suas raízes aí permanecem como memória de algo, mas o carácter utilitário perdeu-se na invenção de novas necessidades.

(Imagem. Estrada da Circunvalação, entre o Cruzamento do Amial e de S. Tomé.)





Reflexo e ‘Auto-anulamento’

24 02 2011

Imagem. E se através de um espelho conseguirmos anular, em vez de amplificar?

Realidade: Estrutura rígida, quase megalómana, descontextualizada. A necessidade incontornável de confronto com pré-existencia, de forma e significado fracturante.

Exercício com manipulação de uma fórmula ao nível do revestimento e da matéria, na tentativa de contextualizar o descontextualizado e de cravar neste, as marcas da sua vizinhança.

Adição: Uma superfície espelhada representa uma dualidade ilusória, uma realidade planificada do real, com manipulação da perspectiva e da profundidade.

Resultado: A fractura que reflecte em si a realidade a que se opõe.

Será assim mesmo que funciona com as pessoas? A individualidade suprime-se assim que nos tornamos reflexo de uma sociedade?

 





Imagem reflectida como forma de ‘auto-anulamento’ […in progress II]

18 02 2011

Dualidade ou anulamento?





Limpeza com adição

17 02 2011

Imagem 1. Ilusão | Construção de uma realidade paralela através da aplicação de um revestimento relacionado com a história e passado da cidade, minimizando o seu impacto negativo na paisagem. [@Viaduto da Areosa | ialves2011©]