Timelapse | The City Limits

7 05 2011

É incrível a transformação das paisagens e dos seus ambientes, com o anoitecer, na “hora dos mágicos cansaços, quando a noite de manso se avizinha“, como escreveu um dia Florbela Espanca.


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Hipertexto às Portas

6 05 2011

Inês | Irene | Barcelona | Uma deriva de 3 dias, amplificada em determinados pólos, com apoio de 2 mapas de escalas diferentes, umas solas gastas e energia inesgotável. Resta-nos a lembrança de um clima contagiante e ambiente viciante e imagens, que mais que captadas por objectivas, foram registadas de forma intensa na memória sedenta de cultura e de história.





Dis:Place Lectures | Dédalo

3 04 2011

Para quem não assistiu… Foi uma pena.

3 dias intensos de ideias à cerca de arquitectura, na perspectiva que eu gosto… comprometida mas despretensiosa. Olhares múltiplos sobre o mundo que temos hoje, que inevitavelmente acarreta a necessidade de estruturação de uma modesta rede geracional de disciplinas e instrumentos e por conseguinte, a formulação de reais fórmulas de leitura/intervenção capazes de fazer a diferença.

 

Aqui fica uma referência de Pedro Gadanho, talvez do melhor que tenha ouvido:

http://www.dafne.com.pt/pdf_upload/opusculo_2.pdf





| @ the same time | Pensamento Crítico Contemporâneo

14 03 2011

http://trans-ferir.blogspot.com/2011/03/pensamento-critico-contemporaneo.html

@ FLUP





era uma vez um banco

3 03 2011

Era uma vez um banco branco que se prostrava sobre um relvado mal tratado e sob uma árvore centenária. Implantado no centro de uma vida agitada, no interior de uma travessia densa, aí permanecia, testemunho de um passado, sem exercer a sua utilidade máxima. Ontem servia para sentar, hoje para lembrar.

O ‘descontexto’ por vezes é assim… Na origem somos algo, no presente deixamos de o ser. E se era na origem e na génese que seriamos genuinos, então a génese hoje é assim: as suas raízes aí permanecem como memória de algo, mas o carácter utilitário perdeu-se na invenção de novas necessidades.

(Imagem. Estrada da Circunvalação, entre o Cruzamento do Amial e de S. Tomé.)





Reflexo e ‘Auto-anulamento’

24 02 2011

Imagem. E se através de um espelho conseguirmos anular, em vez de amplificar?

Realidade: Estrutura rígida, quase megalómana, descontextualizada. A necessidade incontornável de confronto com pré-existencia, de forma e significado fracturante.

Exercício com manipulação de uma fórmula ao nível do revestimento e da matéria, na tentativa de contextualizar o descontextualizado e de cravar neste, as marcas da sua vizinhança.

Adição: Uma superfície espelhada representa uma dualidade ilusória, uma realidade planificada do real, com manipulação da perspectiva e da profundidade.

Resultado: A fractura que reflecte em si a realidade a que se opõe.

Será assim mesmo que funciona com as pessoas? A individualidade suprime-se assim que nos tornamos reflexo de uma sociedade?

 





Imagem reflectida como forma de ‘auto-anulamento’ […in progress II]

18 02 2011

Dualidade ou anulamento?